domingo, 7 de setembro de 2008

AINDA FALANDO DE MÚSICA







Toda essa energia artística no sangue só podia me levar para as artes. Não tinha jeito. Tentei a música como já disse. O contato com os colegas de trabalho de meu pai era muito grande e eu era precoce na relação com a música. Em 1969 eu ouvia Eric Clapton e seu hino imortal, Layla, com apenas 12 anos e quem gostava disso eram os caras de 17. Sabia tudo de Beatles, Chicago, Art Tatun, Billy Holiday, e outras coisas que para 12 aninhos era muito. Tudo influência de meu pai. Um dia apareci com um Grad Funk Railroad em casa e ele disse: coloca a segunda do lado 2. Eu pensei. Pô Rock não é a dele. Eu coloquei a tal música. Era a melhor do disco. Fazer o que. Daí em diante veio tudo. Wood Stock, Doors, J. Airplaine, Iron Buterfly, Rare Earth, Jazz e Blues. Nada de samba, jovem guarda e essas merdas todas. Isso não é música definitivamente. Só perdoava ELIS REGINA. Acho que esse refinamento músical teve influência direta nas minhas atividades como Designer Gráfico. Com certeza. De vêz em quando sinto o pincel solar Eric Clapton. E o computador cantar Hey Joe. Coisas da minha vida!

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